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sexta-feira, 22 de março de 2013

Criando Soluções - Novo Endereço

O Blog Criando Soluções foi incorporado pelo site da Criar e está hospedado em um novo endereço, segue abaixo o link para acesso.



Aguardamos a sua visita.

Um abraço,

Criar Soluções Imobiliárias

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Atitude rock and roll invade a decoração

Guitarras e discos de vinil inspiram o design de produtos para celebrar o estilo musical em casa

O Dia Mundial do Rock é comemorado em 13 de julho, mas aqueles que gostam “desse tal de rock and roll” geralmente carregam um pouco do estilo onde quer que estejam. E na hora de decorar a casa não pode ser diferente: a atitude invade os mais variados objetos. A Rocket Design, com seus produtos desenhados e produzidos na Itália, tem uma linha especialmente criada para isso. Conheça as peças e inspire-se para renovar a personalidade da sua casa.


A mesa de centro “RocksTable” traz a silhueta da guitarra, o espírito de liberdade e independência que sempre caracterizou a alma do rock and roll. A peça combina materiais nobres, com detalhes em alumínio para um acabamento elegante. Também foi projetada com superfície superior colorida e substituível, permitindo a opção de atualizar a mesa com qualquer uma das cores e estampas que serão adicionadas à coleção.


De "The Who" a "The Clash", de Jimi Hendrix a Kurt Cobain, o “guitar smashing” (momento em que o guitarrista quebra a guitarra no palco) se tornou um dos atos mais clássicos do rock and roll. Com essa prateleira é possível trazer este gesto de irreverência e fervor para a sua casa, capturado em um design pronto para roubar o show em qualquer ambiente. A “Smash Hit” está disponível em laranja e preto fosco.


Essa é para trazer para o lar uma explosão do passado. A prateleira “Rocket” é um leitor de fitas cassetes, ícone reverenciado nos anos 80 e que agora pode ser a peça central do seu quarto. O design mistura elementos 2D e 3D com o toque final de vinil na parede, disponível em cinza claro e escuro metálico.


Para guardar as bebidas, a “Wine Jack” propõe interação entre prateleira e conteúdo. O projeto brinca com a percepção: a garrafa simbolicamente substitui o conector de áudio, transformando uma tomada estéreo e um espaço para o vinho.


A funcionalidade é o centro da “Clothes Track”. Com a mistura do 2D do vinil adesivo na decoração da parde e o 3D da madeira laqueada e alumínio, a ideia enriquece a parede e as roupas podem ser penduradas com muito mais estilo nesse equalizador gigante.


Essa bandeja é dedicada àqueles que gostam de um drinque mais forte. Ela vêm com seis copos para doses para você nunca mais perder um shot. A “GuiTray” é feita com ligas de alumínio e tem diversas cores disponíveis.


Outro modelo de bandeja brinca com a possibilidade de seus pratos favoritos virarem discos de DJ. O “Jockey Dish” tem acabamentos em verde ou rosa.


Mas para tanto estilo, também é preciso checar se está tudo em ordem. O “MirRock” é um espelho que visa animar um objeto muitas vezes padronizado, trazendo para o quarto uma gota de cor intensa.


A peça ainda tem versão masculina e feminina, em cores variadas.


Como a personalidade mora nos detalhes, esse conjunto de porta-copos é ideal. O “Long Drink, Long Play” é composto por pequenas versões de discos de vinil.


Seguindo a mesma ideia, o jantar entre amigos fica muito mais divertido com esse porta-guardanapo. O “Nap(kin)ster”, além de brincar com o primeiro grande portal de músicas para baixar na internet, tem formato de fones de ouvido. Com eles fica impossível não agradar e divertir os convidados.

Fonte: Pense Imóveis

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Veja dicas para decorar a sua casa com temas animais

Ter animais em casa não precisa significar ser dono de um pet que perambula pelos cômodos. Em quadros, esculturas, tapeçarias e peças de artesanato, os bichos podem ser usados como elementos de decoração em diversos ambientes.

“As alternativas vão desde as não tão politicamente corretas, porém tradicionais, cabeças empalhadas (que ganharam releituras em MDF, acrílico e pelúcia) até estátuas e quadros, que são bem conhecidos e utilizados em diversas escalas”, diz a arquiteta Ana Paula Barros, de Campinas (SP). As referências também variam muito: há as mais literais e as um pouco mais estilizadas – e é justamente essa diferenciação que dará o tom da decoração, podendo ser algo mais clássico e rebuscado ou mais informal e divertido.

A arquiteta Rita Diniz, também de Campinas, lembra ainda que é possível utilizar peles sintéticas para fazer almofadas, mantas e revestir pufes, o que dá um toque de sofisticação e aconchego. E tecidos com estampas de animais como onça, avestruz, cobra e zebra podem revestir a frente de gavetas, cabeceiras de cama e até mesmo poltronas. “Os novos papéis de parede também estão maravilhosos, desde figurativos delicados, até os mais sóbrios, imitando couros. Alguns chegam a dar a sensação de pelos”, afirma.

Em um projeto que fez para a Campinas Decor 2012, Ana Paula criou um ambiente chamado Quarto dos Avós, que conta com um quadro da artista Vera Keller chamado “Elefante”. “A obra foi escolhida tanto pela delicadeza do traçado que, com um único tom em diferentes intensidades, reproduz as texturas e sombras do animal, como pela figura em si. Sendo a proposta do ambiente um dormitório para um casal na melhor idade, o elefante representa longevidade, prosperidade e sabedoria”, justifica.

Para ela, em qualquer situação os temas inspirados em animais tornam o ambiente mais caloroso, e, dependendo da escolha da peça, pode ser algo impactante e de grande destaque. O ideal, claro, é que os motivos combinem com a decoração do cômodo. Bichos de pelúcia, por exemplo, costumam ir bem em quartos ou até salas de TV, mas podem ficar estranhos numa sala de visitas ou na cozinha.

O quadro 'Elefante', da artista plástica Vera Keller, fez parte do projeto da arquiteta Ana Paula Barros para o ambiente Quarto dos Avós, na Campinas Decor 2012. A ideia, segundo Ana Paula, era representar a longevidade

Tapetes de couro, ou inspirados em pele de animais, dão um toque de aconchego aos ambientes

Os motivos com bichos também podem ser utilizados em estampas de móveis, como nesta poltrona

As peças com animais também podem trazer um pouco de graça ao cômodo, como esta coruja

O ideal é que a referência aos animais combine com a decoração do ambiente, como o tapete e o encosto da poltrona desta sala

Até mesmo a cúpula do abajur pode ser inspirada em animais

As pelúcias no quarto ajudam a tornar o ambiente mais aconchegante

Mantas feitas de peles de animal são mais uma opção de decoração

Nas festas de fim de ano, enfeites com bichos costumam ganhar destaque, como renas e animais de presépio

Fonte: Terra

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Faça da casa um lugar sustentável

Garrafas PET, madeiras de demolição e fibra sintética ganham destaque nas decorações

Decorar a casa usando materiais sustentáveis traz beleza aos ambientes e ajuda a despertar a consciência para a preservação. O bambu, por exemplo, vem sendo aproveitado na decoração de interiores por ser durável e ter muitas funcionalidades.

Há ainda diversas formas de dar charme e estilo à moradia de maneira consciente, como com as luminárias de LED, que ajudam a reduzir o consumo de energia, as placas de cortiça reciclada para revestimento de paredes, as tintas naturais, as fibras sintéticas, as garrafas PET e a madeira de demolição. O que vale é a criatividade e o compromisso ambiental.

Uma ideia bem ecológica é assinada pela arquiteta Patrícia Fiúza. Ela projetou um painel todo em madeira de demolição para um apartamento na Barra da Tijuca. Outra sugestão é o espelho de chão, também em madeira de demolição, das arquitetas Cláudia Pimenta e Patrícia Franco. Ele foi projetado para decorar a varanda de um apartamento.

No projeto da arquiteta Patrícia Fiúza, a parede ganhou painel feito de madeira de demolição | Foto: Divulgação

Além dessas composições, objetos e acessórios ecologicamente corretos ganham destaque nos espaços. 

Fonte: O Dia

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pensando em transferir o financiamento imobiliário? Descubra se vale a pena

Com a recente redução dos juros e aumento dos prazos do financiamento imobiliário divulgados pelos bancos, muitos mutuários pensam na possibilidade migrar sua dívida para outras instituições. Mas será que vale a pena?

Segundo o assessor jurídico da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), João Bosco Brito da Luz, a mudança de banco durante o financiamento não é aconselhável devido a pouca diferença entre as taxas de juros.

“Não vemos muita vantagem porque o percentual dos juros reduzidos é muito pequeno. Em algumas situações vale a pena tentar um acordo com a financeira atual ao invés de trocar de banco. Além disso, o mutuário corre o risco, depois de tanto trabalho com a documentação, de ter a transferência negada pela instituição financeira, principalmente por seu histórico mostrar perigo de inadimplência”, explica o assessor.

Fique atento

Segundo Brito, o mutuário deve ficar atento as taxas ocultas, muitas vezes abusivas, que são embutidas no contrato de transferência.

“Embora o Banco Central autorize essas tarifas (administração e abertura de crédito, entre outras), o que acontece é o abuso da cobrança em cima do seu percentual. Portanto, antes de optar pela portabilidade é preciso analisar todos os custos. Uma dica é pedir para a financeira o CET (Custo Efetivo Total) que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo” ressalta Brito.

De acordo com o presidente da AMSPA, Marco Aurélio Luiz, nesta etapa de transferência de banco há gastos com o cartório que pode chegar a 3% sobre valor do imóvel.

“Será necessário a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento para a substituição do credor hipotecário, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para vistoria do imóvel”, afirma Marco.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Conheça novos conceitos para as varandas

Conheça as melhores dicas de como decorar sua varanda e como usar a vegetação nesse ambiente

Varandas possuem importante papel tanto estético quanto funcional dentro de uma casa (Juca Queiroz)

A arquitetura é, além de tudo, uma ciência humana. E como a própria humanidade, se reinventa constantemente, ampliando suas aspirações estéticas e funcionais. As varandas, que já tiveram papel limitado somente a essa primeira categoria, a estética, hoje renascem com novas possibilidades de uso e composição.

“A arquitetura é extremamente dinâmica. Ela se adapta às mudanças culturais. A varanda deixou de ser um espaço de mera contemplação da paisagem e passou a ser integrada com a área pública da casa e, dependendo do tamanho, pode-se até receber amigos nesse lugar”, diz a arquiteta Cristiane Soto Mayor, membro da equipe da Casa Cor Amazonas, segundo maior evento de arquitetura do Brasil.

Para ela, a varanda deve espelhar a personalidade dos proprietários da casa e se adequar ao clima da região e das especificidades da localidade. “Valoriza muito a decoração se você colocar um verde. Nesse caso, é preciso bom senso: se o apartamento for de frente para o poente, à tarde ele fica muito quente, então a dica é utilizar um arbusto, que, além de embelezar, é muito funcional, tornando-se um elemento fantástico de decoração”, diz ela, lembrando também de orientar quanto à altura e colocação dos vasos: “o ideal é usar vegetações em vasos de diferentes alturas, mas com equilíbrio suficiente para não tornar uma coisa muito pesada”.

Falando em peso, outra dica é fugir dos mobiliários de piscina e de móveis pesados, como os guardassois e ombrelones, além dos rudes móveis de metal.

Tendência

Segundo a arquiteta, o que é tendência em termos de varanda é a utilização de madeiras e mobiliário de fibras naturais, ou mesmo sintéticas, quando de cores naturais. “A madeira traz um ar de tranquilidade e aconchego e, com o uso de plantas, é possível harmonizar ainda mais o ambiente”, diz ela, lembrando que outras duas tendências muito fortes - as varandas gourmet e as persianas de vidro, são extremamente bem vindas, mas nunca casadas. “Fica muito estranho”, diz ela.

Escondendo defeitos

Uma boa dica de como reaproveitar o que já se tem para não gastar muito vem da decoradora Sihame Cruz, também da equipe Casa Cor Amazonas. “No meu apartamento, eu escondi as caixas de ar-condicionado da varanda com um vidro escuro. Pra esconder a fiação elétrica, usei um jardim vertical com plantas artificiais. Ficou lindo”, indicou a decoradora, que também inovou ao colocar um barzinho na varanda, tomando o cuidado de revestir os bancos com tecido impermeável. Que chique!

Plantando a harmonia

O técnico em paisagismo Luis Carlos de Araújo é uma sumidade. Dez entre dez arquitetos e decoradores de Manaus indicam Seu Luis como a primeira referência quando o assunto são os insumos para uma “decoração verde”. Além de entender tudo e um pouco mais sobre o mundo das plantas, ele ainda dá dicas do que in e o que é out em termos de vegetação para composição de varandas e jardins.

“Hoje tem se usado muito as plantas frutíferas e de tempero, tanto para a decoração, quanto para o consumo. Outra tendência são os paineis nas paredes, formando um jardim vertical. Os arquitetos me pedem muito esse tipo de coisa”, diz ele, explicando que o verde, além de diminuir a incidência do calor, dá um ótimo aspecto visual à varanda. O risco aí, segundo ele, é o exagero. “Tem que ficar harmonioso. O excesso deixa tudo muito pesado”.

Outro cuidado especial dispensado às plantinhas: varanda climatizada, como é comum hoje em dia, não faz lá muito bem para elas. “O ideal é que haja ventilação natural. Varanda fechada não é muito bom para as plantas. A não ser que abra durante o dia para a entrada de ar”, alerta.

Fonte: acritica.com

terça-feira, 12 de junho de 2012

Confira 5 dicas para financiar o imóvel com o namorado

Ao comprar a casa própria financiada, dê, pelo menos, 30% do valor do imóvel como entrada para conseguir juros menores. A dica, para os namorados, é que eles dividam meio a meio o valor da entrada 

Nos últimos meses, bancos e construtoras têm promovido feirões nos finais de semana para atrair consumidores em busca do sonho da casa própria. O intenso movimento nesses espaços mostra como o brasileiro está interessado no tema, reflexo da atual economia aquecida e da acessibilidade ao crédito. É fato, financiar um imóvel ficou mais fácil, contudo, é preciso ficar atento para não cometer deslizes no processo de contratação e colocar tudo a perder.

Vantagens não faltam nos anúncios publicitários dos residenciais: amortização de juros, parcelas baixas, e aprovação rápida da documentação. Ainda assim, colocar tudo na ponta do lápis ainda é a melhor maneira de saber se o negócio vale a pena. 

Se você faz parte do clube de quem quer aproveitar o momento para investir na compra de um imóvel financiado com seu namorado, confira cinco dicas para fazer um bom negócio. 

Garanta a entrada

Tenha uma reserva de pelo menos 30% do valor total do imóvel para dar de entrada. Desta maneira, você aumenta seu poder de negociação. "Bancos veem a entrada como garantia, dando preferência para este cliente em potencial e com isso reduzem as taxas contratuais. Outra vantagem é a queda no número de parcelas, levando à quitação em menor tempo", afirma Sandro Maskio, professor do curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo.

Dica para os namorados: o ideal é que cada parte entre com partes iguais, ou seja, 15% para cada um. 

Tomada de crédito

Peça sempre para que a simulação de taxas seja feita para crédito imobiliário, já que esse segmento de empréstimo apresenta índice de juros menor do que no empréstimo pessoal, isto porque o próprio imóvel serve como garantia para o banco. De acordo com o professor Sandro Maskio, taxas de até 8,5% ao ano são aceitáveis para fechar a contratação. 

Dica para os namorados: tenha calma e paciência para achar a melhor taxa. Comprar apartamento não é a mesma coisa que escolher um filme no cinema no sábado à noite. Nesse caso, o arrependimento pode custar parcelas mais altas por anos e anos. 

Uso do FGTS

O dinheiro acumulado no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é um bom caminho para quem está sem verba para a entrada. O montante acumulado ainda serve como meio de redução de juros incididos sobre o valor da casa própria. Além disso, a cada dois anos é permitido sacá-lo para amortizar o saldo devedor. 

Dica para os namorados: o fundo só pode ser usado durante o financiamento e não caso você compre um apartamento na planta. Até a entrega das chaves, é o casal que deve arcar com a entrada.

De olho nas taxas

No contrato de financiamento são apresentados os índices de correção que determinam o valor das parcelas ao longo dos anos. Normalmente, as alterações são feitas a cada 12 meses, com base no Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ou o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). Vale lembrar que no contrato deve constar apenas um índice.

Vale prestar atenção nas taxas não informadas pelos corretores, ou seja, as já embutidas no contrato e, em alguns, casos de maneira irregular, como a de segurança. O chamado Custo Efetivo Total inclui seguro e serviços da administração bancária. "Leigos não sabem diferenciar determinadas informações de contrato, por isso devem consultar o advogado que indicará se o negócio é vantajoso ou não", lembra Ana Carolina Bernardes, diretora da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA). 

Dica para os namorados: em vez de ficar dando beijinhos na hora de fechar o contrato, vale consultar um advogado ou um especialista na área para não se deixar enganar. 

Documentação

O financiamento da casa própria ganhará velocidade com a entrega da documentação completa exigida. Por isso, mantenha em ordem: RG, CPF, comprovante de estado civil, comprovante de rendimentos, certidão conjunta negativa de débitos relativos a tributos federais, dívida ativa da União e carteira de trabalho. Também será solicitado o preenchimento de fichas com informações pessoais e de renda. Sendo aprovados os dados, o cliente deve apresentar documentos exigidos pelo banco para anexar junto à carta de crédito.

Dica para os namorados: é preciso apresentar documentos dos dois, já que é imprescindível que o contrato de compra seja feito no nome dos dois para evitar possíveis problemas futuros.

Fonte: Terra